terça-feira, 27 de agosto de 2013

Guerra dos FPSs é saudável para a indústria, diz EA


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As guerras entre consoles ou jogos – que usam fãs como soldados – resultam em algumas das discussões mais épicas e sem sentido da internet, cheias de provocações e argumentos infundados. Mas no campo do desenvolvimento de jogos, tal aspecto é visto como positivo pelo diretor da EA Labels, Frank Gibeau, que acredita que esse tipo de concorrência motiva a inovação.
Segundo ele, a ideia da Electronic Arts é sempre fazer melhor a cada lançamento, usando as transições de conceitos ou plataformas de forma positiva e partindo com tudo para a briga. É o que vai acontecer no final deste ano, quando Battlefield 4 e Call of Duty: Ghosts chegam às lojas com poucos dias de diferença para tentar ocupar o lugar no topo do ranking dos jogos de tiro em primeira pessoa.
Gibeau cita também outras “guerras” em que a EA está envolvida, como Madden versus 2K ouFIFA contra Pro Evolution Soccer, e avalia que elas são boas para todos, sejam eles consumidores ou desenvolvedores. E lembra que outras franquias também estão do lado da EA no mercado dos shooters, como Star Wars Battlefront e a recentemente anunciada Titanfall.

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